Preenchimento e terapia celular
Na terapia celular, os fibroblastos (as células da derme, que é a segunda camada da pele), são cultivados em laboratório e, mais tarde, recolocados. O seu intuito é promover maior produção de colágeno. Segundo Vanessa Metz, a terapia celular é mais eficiente do que outros preenchimentos cutâneos utilizados, como é o caso do ácido hialurônico.
"Além do volume, o fibroblasto produz colágeno e elastina. Quando você coloca o fibroblasto de novo, ele produz mais colágeno e gera mais volume", explica Vanessa, que reitera que não é como se a testa ganhasse mais volume do que já teve um dia. Ela diz que, com o tempo, a pele vai ficando mais fina e com menos volume, assim como mais desidratada. Ao retornar os fibroblastos à pele, ela acaba ganhando o seu volume natural, já que a hidratação é recuperada.
Mesmo assim, o preenchimento continua sendo uma opção válida. "O tratamento consiste em dar volume a alguns pontos e áreas da face que perderam esse volume pelo envelhecimento", conta Annia Cordeiro Lourenço. As aplicações são feitas por injeções na glabela e frontal.
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