No consultório, uma das mais recorrentes reclamações femininas é a gordura localizada. Muitas não conseguem resultados realmente efetivos com exercícios, dietas ou tratamentos estéticos não invasivos, pois a células de gordura depositadas em determinadas regiões são, de fato, muito difíceis de serem removidas.
Por isso, muitas vezes a única solução para resolver esse problema é recorrer à cirurgia plástica. Uma das técnicas que mais emprego para esses casos é a Hidrolipoclasia Aspirativa Ultrassônica (HLPA), que apresenta ótimos resultados.
Ela surgiu da associação de dois métodos já consagrados no mundo da beleza: a lipoaspiração (com micro-cânulas) e a Hidrolipoclasia Ultrassônica, que oferece o melhor resultado em lipoaspiração já existente no mercado. A grande vantagem do procedimento é a não obrigatoriedade da internação hospitalar, pelo fato de ela retirar pequenos volumes de diferentes regiões do corpo.
O paciente não precisa ficar internado, podendo retornar às suas atividades normais já no dia seguinte.
Além disso, vale destacar que a HLPA causa menor trauma local,
possibilitando assim uma recuperação mais rápida. O paciente não
precisa ficar internado, podendo retornar às suas atividades normais já
no dia seguinte, o que expõe a menos riscos de contrair infecções, por
exemplo.
No entanto, deve ser realizada em sala cirúrgica totalmente equipada e preparada para dar ainda mais segurança aos pacientes. A HLPA tem, ainda, outros diferenciais, como a aplicação de anestesia local e a remoção de até 1.500 ml por área tratada. Em geral, se aspira uma área por vez para não ultrapassar a dose tóxica de anestésico no organismo.
Outro dispositivo interessante é a participação ativa do (a) paciente em todo processo, inclusive no final quando ele (a) opina sobre o resultado.
Entretanto, antes de fazer a HLPA são necessárias algumas medidas, como realizar uma anamnese minuciosa, pois a indicação do procedimento é a mesma de uma lipoaspiração clássica de pequeno porte. Também são solicitados exames pré-operatórios e o médico fica encarregado de esclarecer detalhadamente o procedimento ao paciente para que possa estar ciente de todos os aspectos que envolvem o procedimento.
Já no pós-operatório, é preciso utilizar uma cinta elástica compressiva entre, aproximadamente, duas e quatro semanas e o paciente ainda é orientado a iniciar sessões de drenagem linfática manual dois dias após o procedimento. A massagem poderá ser realizada de de duas a três vezes por semana por um período de quatro a cinco semanas.
