O transplante capilar, como alternativa para fim na calvície, completa 50 anos e continua refazendo a auto-estima de quem sofre com a perda dos fios. "O uso crescente de unidades foliculares (UFs) e a microscopia 3D contribuiu para o avanço das técnicas, até chegarmos ao transplante folicular coronal, considerado o procedimento mais moderno, atualmente", explica o médico Arthur Tykocinski, especialista em transplante folicular, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e presidente do 16º Congresso Mundial de Restauração Capilar de Montreal.
O Transplante Folicular Coronal respeita as características naturais do cabelo: ângulo, direção dos fios e mantém as variações de densidade e volume das regiões da cabeça. Os orifícios abertos na área em que será transplantado o cabelo possuem cerca de 0,6 mm de diâmetro, diferindo dos 5 mm que eram utilizados na década de 50 para o transplante. A cicatrização é mais rápida e as marcas do transplante ficam imperceptíveis.
Apenas uma sessão pode apresentar grande diferença na região calva para grande parte dos casos. "Apenas calvícies mais extensas podem necessitar de sessões adicionais. Como a implantação é feita em orifícios muito menores e mais superficiais, conseguimos implantar mais fios sem comprometer a circulação sangüínea", completa o especialista.