Paulo e mais 2 pessoas perguntaram:

Quais outras formas de contagio possíveis do HPV, fora a relação sexual?

  • Respondido em 25/07/2014
    Andréia Leonor de Oliveira Psicologia - CRP 06/73997/SP
    Olá,


    O nome científico "papilomavírus" humano é o causador de uma doença sexualmente transmissível chamado HPV. O HPV é também conhecido por: condiloma acuminado, verrugas genitais, crista de galo, figueira e cavalo de crista.

    Embora as doenças sexualmente transmissíveis (DST) apresentem agentes diferentes, os sintomas são muito parecidos.

    Toda vez em que você ter uma relação sexual sem proteção, você corre o risco de contrair não somente o HPV, pode-se, ainda, contrair Aids, uma gravidez indesejada, hepatite B e C, Sífilis, Gonorreia, herpes entre outros.

    Ela é de difícil cura e se manifesta através de sintomas como verrugas que surgem na região íntima após o contato íntimo com um indivíduo infectado.

    A transmissão do HPV se dá através do contato íntimo desprotegido com o indivíduo infectado com o vírus. O tempo de incubação do vírus varia de 1 mês a 2 anos e durante este período apesar de não haver sintomas, o indivíduo já pode contaminar outros.

    Outras formas de contrair o HPV são:

    - Contato pele a pele com o indivíduo infectado com o vírus HPV, bastando que uma área ferida seja friccionada na área infectada do outro;
    - Transmissão vertical: Contaminação de bebês que nascem de parto normal, entrando em contato com a área infectada da mãe.
    - Uso de roupa íntima ou toalhas, mas isso só seria possível se a pessoa vestisse a roupa íntima da pessoa contaminada logo depois que ela a tenha tirado. Esta teoria ainda não é muito aceita entre a comunidade médica, pois carece de comprovação científica mas parece ser uma possibilidade.

    Embora o uso do preservativo diminua muito as chances de contaminação com o HPV, se a área contaminada não estiver devidamente coberta pelo preservativo, a transmissão do HPV pode ocorrer mesmo assim e uma pessoa pode estar contaminada e transmitir a doença para outra, mesmo sem apresentar nenhum sintoma.

    Andréia de Oliveira (Psicóloga e Coach), contribuição/fonte: Dra. Sheila Sedicias (Ginecologista))