Empolamento: tratamentos e causas

Visão Geral

O que é Empolamento?

Os empolamentos são um problema bastante comum de saúde. Eles são caracterizados por pequenas vesículas que ficam sobre a pele – geralmente com pouco mais de um centímetro. São como se fossem pequeninas bolhas, preenchidas com um líquido transparente. Quando os empolamentos estouram, o líquido contido dentro dele tende a vazar e escorrer pela pele, provocando novas lesões.

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Empolamentos são um sintoma muito frequente e que podem ter muitas causas distintas – a maioria delas dermatológica. Por ser visível na pele, os empolamentos podem causar incômodo ao paciente e, mesmo que não exijam tratamento médico, podem ser tratados com produtos de venda livre, mas sempre sob a devida orientação médica.

Às vezes, empolamentos podem ser resultado de tratamentos diversos também, como uma reação do corpo a estímulos externos que, nesses casos, estão sendo usados para tratar uma outra condição. Radiografias são bons exemplos disso.

Se você notar o surgimentos dos empolamentos em sua pele, o ideal é procurar um especialista para averiguar, investigar e tratar a causa subjacente. Muitas vezes empolamentos não indicam nenhum problema mais grave de saúde, sendo, por exemplo, uma reação ao calor excessivo, por exemplo. Em outros casos, no entanto, eles podem apenas mais um sinal de que há alguma coisa de errado em seu corpo. Aí, geralmente, os empolamentos vêm acompanhados de outros sintomas, aos quais você deve ficar bastante atento para perguntar ao médico posteriormente.

Durante a consulta, pergunte também sobre possíveis formas de prevenção. O que fazer para evitar que o problema ressurja? Que tipo de produtos posso usar? Há algum medicamento eficaz na prevenção desses empolamentos? Essas e outras perguntas podem ajudá-lo a cuidar melhor de sua pele e prevenir o surgimento desses e de outros problemas também.

Diagnóstico e Exames

Na consulta médica

Os principais especialistas que podem diagnosticar empolamentos são:

  • Clínico geral
  • Dermatologista
  • Infectologista.

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
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Fontes e referências

  • Ministério da Saúde